segunda-feira, 21 de novembro de 2011

José Carlos Libâneo




Democratização da escola pública
A Pedagogia  critica-social  dos conteúdos



 

O professor José carlos Libâneo faz uma reflexão criteriosa sobre a teoria Educacacional no brasil faz uma reflexão criteriosa sobre a teoria Educacional BRasileira. No artigo deste material procuramos analisar e indentificar as raízes de alguns modelos educacionais que informam a pratica pedagogica em nosso país.
Iniciamos com o modelo tradicional, passando pela escola nova, pelas pegagogias libertadoria e libertadora, o autor Carlos Libâneo apomnta os fundamentos filosoficos e os pressupostos básicos de cada uma delas. Assim, reproduzindo, na medida em que irá se relacionando os fundamentos da educação as diferentes propostas disdatico-pedagogico, permitindo ao leitores connhecer o modelo de ensino-apredizado do aluno, de professor, de interaçõa de em apóaia. Dando esse conhecimento intrumentalizado.

È uma leitura básica as disciplinas relacionadas relacionadas á area de Fundamentos da Educação, Didatica e Metodologia de Ensino. Para todos aqueles que se preucupam com a contrução de uma instituição escolar popular com uma nova proposta de escola.







quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Algumas obras de Edgar Morin



Fonte: http://www.google.com.br/search?q=edgar+morin&hl=pt-BR&client=firefox-a&hs=40O&rls=org.mozilla:pt-BR:official&prmd=imvnsbo&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=dx_FTo6kHoSvgweww6T5Dg&ved=0CD4QsAQ&biw=1024&bih=568&sei=ex_FTtyTGIzmggeokcTMDg
  1. 1951, L´Homme et la mort. Em português: O Homem e a Morte,, 1997.
  2. 1956, Le Cinéma ou l´Homme Imaginaire. Em português: O Cinema ou o Homem Imaginário.  1997.
  3. 1957, Les Stars. Em português: As Estrelas de Cinema, 1980. As Estrelas: Mito e Sedução no Cinema, 1989.
  4. 1962, L'esprit du temps. Em português: Cultura de Massa no século XX - O espírito do tempo
  5. 1973, Le Paradigme perdu: la nature humaine. Em português: Enigma do Homem - Para uma nova Antropologia, 1979. Paradigma Perdido: a natureza humana,
  6. La Méthode (6 volumes)
1977, La Nature de la nature (t. 1) 1981. Em português: Método I - A Natureza da Natureza. Europa 1987.
1980, La Vie de la vie (t. 2), 1985. Em português: O Método 2 - A Vida da Vida., 1999.
1986, La Connaissance de la connaissance (t. 3),. Em português: O Método 3 - O Conhecimento do Conhecimento, 1996.
1991, Les Idées. Leur habitat, leur vie, leurs moeurs, leur organisation (t. 4), 1996. Em português: O Método 4 - As idéias: habitat, vida, costumes, organização. 2002.
2001, L’Humanité de l’humanité (t. 5), 1. . Em português: O Método 5 - a humanidade da humanidade: a identidade humana. 2003.
2004, L'Éthique complexe (t. 6), . Em português: O Método VI - A Ética, 2005.
       7. 1990, Introduction à la pensée complexe, . Em português: Introdução ao pensamento complexo,  1995
       8. 2000, Les Sept savoirs nécessaires à l'éducation du futur.  Em português: Os sete saberes necessários à educação do futuro.  2000.
       9. 2003, Éduquer pour l'ère planétaire, la pensée complexe comme méthode d’apprentissage dans l'erreur et l’incertitude humaine (com Raul Motta, Émilio-Roger Ciurana). Em português: Educar para a era planetária. , 2003.

Concepções de Escola, Ensino e Aprendizagem sob o prisma de Edgar Morin

Morin defende a reforma do pensamento através da complexidade e, nesse contexto, enxerga a sala de aula como um organismo fonte de complexidades e diversidades sejam elas culturais, econômicas ou sociais. Contextualizar e interdisciplinarizar oferecem, para Morin, maior possibilidade de aprendizagem. Observar que as disciplinas se interprenetram e são interdependentes amplia a visão de mundo, assim, dividir saberes em áreas não deveria invalidar a comunicação, mas contribuir para a interação entre as mesmas.

Esta será, sob o prisma de Morin, a proposta da escola: promover e incentivar a interação entre as diversas ciências, derrubando esta barreira através da transdisciplinaridade, impulsionando de forma global a construção do conhecimento.

Desta forma, o ensino e a aprendizagem, contextualizada dentro da concepção da diversidade e complexidade, visa transformar a educação e também a mentalidade do ato de educar. Então, a modificação das práticas pedagógicas reprodutoras e a atenção dos educadores para os novos paradigmas os quais são solicitados nestes novos tempos, os farão aprenderem a lidar com as incertezas que são apresentadas.

O Livro escolhido para trabalhar as Concepções de Escola, Ensino e Aprendizagem foi Os Sete Saberes Necessários para a Educação do Futuro, o qual destacamos abaixo, em forma de tópicos, sintetizando o pensamento do autor:

Este livro foi escrito a partir de uma solicitação da UNESCO a Edgar Morin, em 1999 e nele, o filósofo tece reflexões acerca da educação do século XXI, mostrando que é necessário repensar as práticas pedagógicas contemporâneas.

1º Saber - Conhecimento
O primeiro dos sete saberes diz respeito ao Conhecimento. Ao obter cohecimento através do ensino, estamos obtendo saberes, no entanto, há nesse contexto erro e ilusão os quais são associações do ensino que transcorre das crenças passadas. Em assim sendo, o conhecimento é consequência de uma recontrução formado de palavras e ideias, ou seja, linguagem e pensamento, correndo então risco de erro. Esse erro advém porque cada indivíduo na construção de uma linha de pensamento tem sua interpretação da realidade diferente dos demais. Acrescente-se aí as diferenças culturais, sociais e de origem que por si só são fatores que desencadeiam modos divergentes de pensar a mesma situação. O prisma daí originado, também leva ao erro e à ilusão porque cada povo estará de posse da “razão e da verdade” vendo-a unicamente de acordo com a sua cultura e origem.
2º Saber - O conhecimento pertinente
Este saber aborda o ensino multidisciplinar. O conhecimento fragmentado, disciplinar não fornece o conhecimento do todo, da realidade total. As conexões existentes entre as disciplinas, inserida em determinado contexto, leva ao conhecimento amplo. Essa capacidade de contextualizar dados e conhecimentos devem ser estimuladas no ensino, tendo a ótica global e multidimensional, passando pela complexidade, ou seja ligar a unidade à multiplicidade.
3º Saber - Identidade humana
Como indivíduos pertencentes a uma sociedade e de mesma espécie – a espécie humana – movidos pela cultura, pois dentro dela nascemos, mantemos uma relação indivíduo-sociedade-espécie gerando uma trindade humana. O ensino do futuro deve contemplar essa interação, mostrando que o homem sendo unidade faz parte da diversidade e da multiplicidade. O ensino da literatura e da poesia aborda essa complexidade humana, promovendo também conhecimentos além das ciências sociais, fazendo-nos refletir e compreender a complexidade humana.
4º Saber – Compreensão humana
A palavra compreender – vinda do latim compreendere - significa colocar junto todos os elementos de explicação, ou seja, diversos meios para compreender um assunto. Todavia, a compreensão humana vai além: insere também a empatia e a identificação. Com este entendimento, podemos sair da zona egoística e transformar a sociedade individualista, compreendendo não só a nós mesmos como também aos outros.

5º Saber – A Incerteza

Ensinar o princípio da incerteza significa ensinar a ter a consciência do surgimento do inesperado. Trabalhar com a ideia de que não existe determinismo no progresso; que previsões podem ou não concretizarem-se; que a coragem é um valor que conta para o enfrentamento da realidade. Enfim, Morin afirma: “É necessário tomar consciência de que as futuras decisões devem ser tomadas contando com o risco do erro e estabelecer estratégias que possam sercorrigidas no processo da ação, a partir dos imprevistos e das informações que se tem.”

6º Saber – A Condição Planetária

Este sexto saber implica na consciência planetária. Ameaças letais se expandem no planeta e compreender que todos os elementos do problema estão interligados uns nos outros favorece à solução. A humanidade vive numa macro comunidade de destino comum e aquilo que ameaça a sobrevivência de um ser no Oriente, tem implicações no indivíduo do Ocidente. Todos e tudo está inteligado.

7º Saber – Antropo-ética

Este último aspecto trata da moral e ética humana. Voltando a abordar a trindade indivíduo-sociedade-espécie, podemos ver que os problemas morais e éticos “diferem a depender da cultura e da natureza humana.” Então, orientar o indivíduo a exercer sua responsabilidade social, desenvolvendo sua capacidade cidadã fomentando um trabalho de consciência responsável diante do micro e do macro.

Os Sete Saberes não pretendem destruir disciplinas, porém integrá-las para desenvolver a visão global, a visão do todo “e hoje que o planeta já está, ao mesmo tempo, unido e fragmentado, começa a se desenvolver uma ética do gênero humano, para que possamos superar esse estado de caos e começar, talvez, a civilizar a terra.”

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Edgar Morin - Biografia


Fonte: http://www.google.com.br/search?q=edgar+morin&hl=pt-BR&client=firefox-a&hs=40O&rls=org.mozilla:pt-BR:official&prmd=imvnsbo&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=dx_FTo6kHoSvgweww6T5Dg&ved=0CD4QsAQ&biw=1024&bih=568&sei=ex_FTtyTGIzmggeokcTMDg
"Nunca pude, ao longo de toda minha via, resignar-me ao saber parcializado, nunca pude separar um objeto de estudo de seu contexto, de seus antecedentes, de seu vir-a-ser. Tenho aspirado sempre a um pensamento multidimensional, nunca pude eliminar a contradição interior. Sempre senti que as verdades profundas, antagonistas umas das outras, eram para mim complementares, sem deixarem de ser antagônicas. Nunca quis reduzir a força da incerteza e da ambiguidade." Edgar Morin, Sonora, MX, Outono de 2004.

Biografia



Edgar Nahoum. Este é o nome verdadeiro do antropólogo, sociólogo e filósofo francês judeu de origem sefardita, Edgar Morin.
Nascido em 1921, Paris, fez seus estudos acadêmicos na Sorbonne, tendo se filiado no Partido Comunista (1941). Adotou o codinome Morin quando serviu como tenente das forças combatentes francesas, em 1944. Ativista no movimento de resistência à ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial e presente na ocupação da Alemanha, Edgar afastou-se do Partido Comunista, sendo por ele expulso.
Fez estudos etnológicos no Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), França; são de sua criação as revistas Arguments e Comunication, como também o Centro de Estudos de Comunicação de Massa. O filme de 1961 chamado Crônica de um Verão, foi por ele e Jean Rouch rodado.
Edgar Morin não pára. Começou a lecionar em 1968, na Universidade de Nanterre. Acompanhou as descobertas genéticas no Instituto Salk de Estudos Biológicos, na Califórnia. O conceito da transdisciplinaridade entra em pauta em 1994, quando escreve um manisfesto em favor da mesma, juntamente com o semiólogo português Lima de Freitas e o físico romeno Basarab Nicolescu.

E Morin continua: é doutor honoris causa em diversas universidades países a fora e presidente da Associação para o Pensamento Complexo.

Com uma biografia tão ampla e profunda, acrescentamos como sugestão de imersão na vida deste pensador, a leitura do resumo O Paradigma da Complexidade e suas Contribuições, de Fabíola Santini Takayama.
http://www.rbceonline.org.br/congressos/index.php/4concoce/4concoce/paper/viewFile/2607/1204

Assista a esse Video: http://www.youtube.com/watch?v=ymiRbV2qXv8&feature=related   Excelente trabalho do Curso online Pedagogia de Projetos.

Recomendamos também, o Vídeo Fronteiras do Pensamento http://www.youtube.com/watch?v=QJgDtOtf7r0 Uma pequena amostra do "pensamento complexo" do filósofo Edgar Morin numa realização do grupo Braskem.